Bandolim

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Poesia Adília Lopes

Editora: Assírio & Alvim
Data:

Adília Lopes começou a publicar na década de 1980. As redes sociais chegaram vinte anos mais tarde e é extraordinário ver a poesia da autora como precursora do uso mais interessante que as facilidades do novo século ajudaram a difundir. Mas consigo própria, talvez não: “A net é um sorvedouro de tempo, disse-me uma poetisa francesa.” Em todo o caso, podemos olhar para este livro como uma rede social de dois, de sentido único, onde cada leitor é interpelado de sua vez. Voltamos a encontrar a teia quotidiana de bichos e citações, inspirações e trocadilhos, que nos agarram com a sua graça e uma capacidade de observação a que não é alheio o sentido de irrisão. O livro abre e fecha com uma sequência de imagens que podiam figurar num perfil de Facebook invulgar. Adília Lopes apresenta o fora que há no comum, em prosa e em verso. “Uma doente internada no Júlio de Matos disse-me: ‘Não tenho gostos’. É horrível.” Um hospital sem rede deve ser mesmo horrível. 

240 páginas

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