Do Teatro das Trinas ao Cine-Esperança

Do Teatro das Trinas ao Cine-Esperança

Estudos José Silva Carvalho

Editora: Caleidoscópio
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Embora nenhum deles concebido de origem, quer o Teatro das Trinas, instalado num anexo anteriormente destinado a cocheira e arrumos de um edifício romântico azulejado da rua com o mesmo nome, quer o Cine-Esperança localizado na Igreja do Convento das Bernardas, foram polos de significativa animação cultural entre o último quartel do século XIX e o primeiro terço do século seguinte. Com uma programação geral polivalente, o Teatro das Trinas era mais dedicado às récitas teatrais, musicais eruditos e populares, com sessões de fado e variedades, comemorações diversas, bailes e festas de carnaval. O Cine-Esperança teve no cinema a sua utilização mais habitual, a partir dos anos 20 seguido de espetáculo de variedades. Duas salas que deixariam uma marca simbólica na história do Fado: O guitarrista Armandinho tem a sua primeira atuação pública no Teatro das Trinas no ano de 1905; Hermínia Silva estreia-se profissionalmente, em 1926,no Cine-Esperança. Este livro surge como um contributo para a história de um dos bairros mais personalizados de Lisboa, a Madragoa, através do estudo da sua vida cultural e recreativa gerada por duas salas há muito desaparecidas e pouco conhecidas do público em geral.

86 páginas

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