MELANCOLIA E ARQUITECTURA EM ALDO ROSSI

MELANCOLIA E ARQUITECTURA EM ALDO ROSSI

Artes

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Diogo Lopes (1972-2016) escrevendo no final de Melancolia e Arquitectura sobre o segundo livro de Aldo Rossi (1931-1997), A Scientific Autobiography, dá a melhor definição deste precioso livro, resultado da sua tese de doutoramento. “Não é nem uma monografia que documenta uma prática, nem um ensaio teórico que segue um argumento claro, e dificilmente pode ser descrito como um ‘livro de arquitectura’ convencional. É, isso sim, uma meditação acerca de assuntos que transcendem fronteiras disciplinares.” É como se Diogo Lopes tivesse escrito um livro à maneira de Aldo Rossi, tendo compreendido e havendo estabelecido uma cumplicidade com a personalidade do homem que existia no arquiteto. Ao mesmo tempo fazendo-nos percorrer estas 310 páginas com a sensação de encontrarmos o seu autor em todas elas. Melancolia e Arquitectura em Aldo Rossi foi a autobiografia que Diogo Seixas Lopes nos quis deixar. O sentimento de perda é para ser levado à letra.

312 páginas

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