Odes Olímpicas

Odes Olímpicas

Poesia Píndaro

Editora: Abysmo
Data:

Os Jogos Olímpicos na era clássica, além do caráter de competição desportiva, serviam para manter o espírito de unidade de toda a Grécia porquanto, durante a sua celebração, era proclamada uma trégua sagrada que eliminava os confrontos entre as diversas cidades estado, como sublinha Maria José Martin Velasco, no prólogo a esta edição. As Odes Olímpicas exaltam, por isso, não só as qualidades atléticas dos vencedores, como também os ideais gregos de beleza e força física que glorificavam o homem perfeito à semelhança dos deuses. Píndaro mistura “os sons intrincados da harpa, com o grito das flautas e a disposição das palavras” em honra destes atletas “belos, na flor da idade a realizar feitos gloriosos” enquanto medita, segundo António de Castro Caeiro, tradutor da obra, “nos diversos destinos humanos abertos à possibilidade, mas configurados por uma inanulabilidade do sentido irreversível do tempo”, entre a bênção e o esquecimento. 

70 páginas

Ficha Técnica

Tradução e apresentação de António de Castro Caeiro; prefácio de Maria José Martín Velasco

Formulário de procura

Livros

Boa Noite

Infanto-Juvenil
Pierre Pratt

O Mundo É Redondo

Infanto-Juvenil
Gertrude Stein

1147, A Conquista de Lisboa

Estudos
Miguel Gomes Martins

Lord Lilford on Birds and Flowers

Poesia
Pedro Miranda Albuquerque

O Filho da Mãe

Romance
O Filho da Mãe

Fanny Owen

Romance
Agustina Bessa-Luís

O Anel dos Löwenskölds

Fantástico
Selma Lagerlöf

Nunca Me Deixes

Romance
Kazuo Ishiguro

O Lápis Mágico de Malala

Infanto-Juvenil
Malala Yousafzai

Antologia de Poesia Erótica

Poesia
Bocage

Dos Romanov a Lenine

Outros
Jaime Batalha Reis

Não É nada Difícil

Infanto-Juvenil
Madalena Matoso