Odes Olímpicas

Odes Olímpicas

Poesia Píndaro

Editora: Abysmo
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Os Jogos Olímpicos na era clássica, além do caráter de competição desportiva, serviam para manter o espírito de unidade de toda a Grécia porquanto, durante a sua celebração, era proclamada uma trégua sagrada que eliminava os confrontos entre as diversas cidades estado, como sublinha Maria José Martin Velasco, no prólogo a esta edição. As Odes Olímpicas exaltam, por isso, não só as qualidades atléticas dos vencedores, como também os ideais gregos de beleza e força física que glorificavam o homem perfeito à semelhança dos deuses. Píndaro mistura “os sons intrincados da harpa, com o grito das flautas e a disposição das palavras” em honra destes atletas “belos, na flor da idade a realizar feitos gloriosos” enquanto medita, segundo António de Castro Caeiro, tradutor da obra, “nos diversos destinos humanos abertos à possibilidade, mas configurados por uma inanulabilidade do sentido irreversível do tempo”, entre a bênção e o esquecimento. 

70 páginas

Ficha Técnica

Tradução e apresentação de António de Castro Caeiro; prefácio de Maria José Martín Velasco

Formulário de procura

Património e Natureza

Livros

Debaixo da Pele

Romance
David Machado

Odes Olímpicas

Poesia
Píndaro

O Signo

Ensaios
Umberto Eco

Dentes de Rato

Infanto-Juvenil
Agustina Bessa-Luís

Esta Noite Sonhei com Brueghel

Romance
Fernanda Botelho

Poemas

Poesia
Mário de Sá-Carneiro

Forte como a Morte

Romance
Guy de Maupassant

Dicionário Sentimental do Adultério

Outros
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Poesis

Poesia
Maria Teresa Horta

Diante do tempo

Ensaios
Georges Didi-Huberman .

A História do Mundo para Pessoas com Pressa

Outros
Emma Marriott