Odes Olímpicas

Odes Olímpicas

Poesia Píndaro

Editora: Abysmo
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Os Jogos Olímpicos na era clássica, além do caráter de competição desportiva, serviam para manter o espírito de unidade de toda a Grécia porquanto, durante a sua celebração, era proclamada uma trégua sagrada que eliminava os confrontos entre as diversas cidades estado, como sublinha Maria José Martin Velasco, no prólogo a esta edição. As Odes Olímpicas exaltam, por isso, não só as qualidades atléticas dos vencedores, como também os ideais gregos de beleza e força física que glorificavam o homem perfeito à semelhança dos deuses. Píndaro mistura “os sons intrincados da harpa, com o grito das flautas e a disposição das palavras” em honra destes atletas “belos, na flor da idade a realizar feitos gloriosos” enquanto medita, segundo António de Castro Caeiro, tradutor da obra, “nos diversos destinos humanos abertos à possibilidade, mas configurados por uma inanulabilidade do sentido irreversível do tempo”, entre a bênção e o esquecimento. 

70 páginas

Ficha Técnica

Tradução e apresentação de António de Castro Caeiro; prefácio de Maria José Martín Velasco

Formulário de procura

Livros

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Vislumbres da Índia

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Amália – A Ressurreição

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Calçada Portuguesa - Lux Platearum

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Quem tem Medo dos Filósofos

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Victor Correia (organização e introdução)

1933 Foi um Ano Mau

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John Fante

Odes Olímpicas

Poesia
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Lisboa uma Grande Surpresa

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Sinais de Cena - Genética Teatral

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Michel Houellebecq