Poemas

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Poesia Mário de Sá-Carneiro

Editora: Relógio D’Água
Data:

Com Almada Negreiros e Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro integrou o primeiro grupo modernista português responsável pelos dois números da revista Orpheu, financiados pelo pai do poeta. "Perdido no labirinto de si próprio", Sá-carneiro suicida-se, em Paris, em 1916, aos vinte e cinco anos de idade. Escrevera no poema Fim: "Quando eu morrer batam em latas, / Rompam aos saltos e aos pinotes, / Façam estalar no ar chicotes, / chamem palhaços e acrobatas!". A presente edição é prefaciada por outro grande poeta, António Ramos Rosa, que escreve: «A poesia de Mário de Sá-Carneiro, sobretudo nalguns poemas de Dispersão, possui um fulgor, uma força e um dinamismo únicos na lírica portuguesa contemporânea. Pode-se dizer que na sua obra há poemas que nascem de uma impulsão arrebatadora que domina inteiramente a consciência e o corpo, e para a qual a imaginação e a linguagem encontram imediatamente a síntese viva e fulgurante da realidade poética." 

118 páginas

Ficha Técnica

Prefácio de António Ramos Rosa

Formulário de procura

Património e Natureza

Livros

Debaixo da Pele

Romance
David Machado

Odes Olímpicas

Poesia
Píndaro

Dicionário Sentimental do Adultério

Outros
Filipa Melo

Insanus

Contos
Carlos Querido

Poesis

Poesia
Maria Teresa Horta

Diante do tempo

Ensaios
Georges Didi-Huberman .

A História do Mundo para Pessoas com Pressa

Outros
Emma Marriott

O Signo

Ensaios
Umberto Eco

Dentes de Rato

Infanto-Juvenil
Agustina Bessa-Luís

Esta Noite Sonhei com Brueghel

Romance
Fernanda Botelho

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Poesia
Mário de Sá-Carneiro

Forte como a Morte

Romance
Guy de Maupassant