Napoleão ou O Complexo de Épico

Companhia do Chapitô

teatro
30 janeiro a 15 março 2020
qui: 22h; sex: 22h; sáb: 22h; dom: 22h
Chapitô
Napoleão ou O Complexo de Épico

Desta feita não é um “clássico”, como o eram Electra ou Hamlet, a chegar à Tenda do Chapitô. Àquele que é o palco de excelência para os mais hilariantes acometimentos no cânone dramatúrgico ocidental, certamente levados a cabo pela companhia mais imprevisível do teatro lusitano, chegam as atribulações de “uma vida romanesca que reúne todos os ingredientes para uma boa história”.

Tão amado quanto odiado, o grande protagonista deste “épico” (não se nega padecer de tal “complexo”!) teatral é Napoleão Bonaparte, ativista político e militar durante a Revolução Francesa e, de 1804 a 1814, magnânimo imperador dos franceses, fossem eles gauleses de plena geografia ou meros subjugados no rolo compressor da máquina militar engendrada pelo pequeno grande líder dos exércitos revolucionários.

Vasculhando nos versos e reversos da história, a Companhia do Chapitô oferece uma visão hilariante e bem disposta, mas também reflexiva e poética, sobre essa “figura carismática e controversa” que nos coloca “questões políticas e sociais tão pertinentes hoje como há mais de dois séculos.” FB

"Napoleão ou O Complexo de Épico"

Na procura de entender o homem que foi Napoleão e o fenómeno em torno de si criado, debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio.Lança-nos questões ligadas ao poder, políticas e sociais, tão pertinentes hoje como há dois séculos atrás. A sua ambição pessoal, audácia e determinação levaram-no longe, expandindo territórios, apropriando-se dos ideais da Revolução Francesa. Mais tarde, reaproxima-se de valores aristocráticos que antes repudiara, centraliza em si o poder e auto proclama-se Imperador. A sua força de vontade era única. A sua queda foiproporcional à sua ascensão. Uma vida romanesca, que reúne todos os ingredientes para uma boa história.Muito é e continuará a ser dito sobre Napoleão Bonaparte, caberá ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem que foi Napoleão. A nós cabe-nos a tarefa de contar, procurando com humor e poesia, os reversos da história. Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa.Criação Colectiva da Companhia do ChapitôEncenação – Cláudia Nóvoa e José C. Garcia Dramaturgia – Ramón de Los Santos Interpretação – Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas Sonoplastia: Sílvio RosadoFigurinos: Cláudia Nóvoa e Glória MendesDirecção de Produção: Tânia Melo RodriguesDesenho de Luz: José C. Garcia e Saturnino RodriguesDesign Gráfico: Sílvio RosadoFotografias de Cena: Frank SalfeldDivulgação: Cristina CarvalhoMotion Design: Sofia SerrazinaVideo Spot: Joana Domingues e Bruno GasconEm cena de 30 de Janeiro a 15 de Março,de quinta a domingo às 22 horas no Chapitô.RESERVAS através do: +351 218 855 550 ou recepcao@chapito.orgBilhetes – 12€ – Pagamento em dinheiro ou MBWayNão há Multibanco

Geplaatst door Companhia Do Chapitô op Maandag 27 januari 2020

Ficha técnica:

Companhia do Chapitô. Criação coletiva. Ramón de Los Santos, dramaturgia; Cláudia Nóvoa e José C. Garcia, encenação; Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas, interpretação.


12 €

Local: